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E AGORA, 'JOSÉ'? Assessor parlamentar teria negociado pagamentos para entrada do candidato Walber Virgulino em comunidades, aponta denuncia

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A reportagem do POLÍTICA PB teve acesso, com exclusividade, ao conteúdo de uma denúncia encaminhada às autoridades policiais que pode provocar forte repercussão no cenário político de Cabedelo. O documento cita o nome do delegado e candidato a prefeito Walber Virgulino e descreve, em tese, a atuação de um assessor parlamentar em tratativas para viabilizar a entrada do então candidato em determinadas comunidades do município.

De acordo com o material, o assessor identificado por Klaus Pereira da Silva é apontado como suposto intermediador das negociações. A denúncia afirma que teria sido acordado o pagamento de três parcelas de dez mil reais cada, valores que, segundo o teor da denuncia, estariam vinculados à autorização de acesso eleitoral a áreas sob influência de grupos criminosos.

“SE EU NÃO ME ENGANO, FOI 30, 3 PARCELAS DE 10 (MIL)“

Outro ponto que chama atenção no material é a menção a um vídeo anexado à própria denúncia. Segundo o documento, as imagens registrariam conversas e tratativas relacionadas aos valores e às condições do suposto acordo. A reportagem informa que o vídeo citado também será disponibilizado junto a esta matéria, permitindo que o público acompanhe o conteúdo mencionado, sempre respeitando os limites legais e o direito à ampla defesa.

A denuncia protocolada na polícia solicita a abertura de investigação e a adoção de medidas para apuração dos fatos. Até o momento, trata-se de uma denúncia formal, que ainda depende de verificação pelas autoridades competentes. Os citados não tiveram responsabilidade comprovada ainda e poderão se manifestar no curso de eventual investigação.

Quem é Klaus Pereira da Silva?

Apontado na denúncia como possível intermediador das tratativas descritas, Klaus Pereira da Silva aparece, de fato, vinculado à estrutura da Assembleia Legislativa da Paraíba. Documentos oficiais extraídos do sistema público SAGRES indicam que ele ocupa o cargo de secretário parlamentar, com registro funcional ativo desde 1º de fevereiro de 2019, tendo remuneração mensal em torno de três mil reais, conforme dados administrativos. Além disso, seu nome também consta em relatório de servidores ligado ao gabinete de Walber Virgulino, reforçando sua atuação no ambiente político. Segundo a denúncia, é justamente nessa condição que ele teria, em tese, atuado como interlocutor nas negociações citadas, ponto que agora deverá ser alvo de apuração pelas autoridades competentes, sempre respeitando o direito de defesa dos envolvidos.



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