O prefeito de Cabedelo, Evilásio Cavalcanti, participou nesta segunda-feira (20), de uma reunião no Ministério Público Federal (MPF), conduzida pelo procurador da República José Godoy, para tratar de pautas estratégicas voltadas ao meio ambiente, à atividade pesqueira e ao desenvolvimento sustentável do município.
O encontro reforçou a importância do diálogo institucional e da cooperação entre os órgãos públicos na busca por soluções que conciliem o crescimento da cidade, a preservação ambiental e o fortalecimento das atividades econômicas ligadas à pesca, um dos setores que integra a identidade e a economia cabedelense.
Durante a reunião, o prefeito destacou o compromisso da gestão municipal em atuar de forma responsável, respeitando os encaminhamentos necessários e priorizando sempre o interesse da população.
“A Prefeitura de Cabedelo segue trabalhando de forma integrada com os demais órgãos, unindo esforços para promover o desenvolvimento sustentável do município, garantindo a preservação dos nossos recursos naturais e valorizando as atividades que fazem parte da nossa história e da nossa economia”, ressaltou Evilásio Cavalcanti.
Participaram da reunião o secretário de Meio Ambiente, Ronald Pereira; secretário de Planejamento Urbano e Habitação, Rodrigo Martinês; o chefe de gabinete, Josemar de Sousa; e o procurador do Município Yago Marcolino.
Jefter da Silva Pereira, de 17 anos, foi morto a tiros na noite de sexta-feira (19) no bairro Tibiri, em São Luís, enquanto assistia ao jogo da Seleção Brasileira. Cerca de quatro homens armados saíram de uma área de mata e dispararam contra o grupo de aproximadamente dez pessoas. Jefter foi atingido por quatro tiros, socorrido, mas não resistiu. Outras duas pessoas ficaram feridas.
O jovem era integrante do movimento social “Sonhos de Quebrada” e, segundo familiares, não tinha envolvimento com atividades criminosas. O governador Carlos Brandão determinou reforço nas buscas pelos responsáveis.
Na manhã de sábado (20), o suspeito Josué Santos Pereira, conhecido como “Loirinho”, foi encontrado morto e carbonizado em uma área de mata na região. A Polícia Civil investiga a relação entre os dois casos e busca identificar outros envolvidos.
Um homem de 27 anos foi assassinado na madrugada da última sexta-feira, 19 de junho de 2026, no Terminal Rodoviário de Itaberaba, cidade localizada no centro-norte da Bahia. A vítima, identificada como Mateus Santos Oliveira de Sousa, foi brutalmente espancada com socos e chutes, principalmente na região da cabeça, e morreu ainda no local.
De acordo com a Polícia Militar, uma equipe foi acionada por volta das 3h09 após a denúncia de que uma pessoa estava sendo agredida no terminal. Ao chegarem, os policiais encontraram profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) realizando manobras de reanimação, mas o jovem não resistiu aos ferimentos.
Testemunhas relataram que dois homens, que estavam em um Chevrolet Onix de cor chumbo, participaram das agressões. A placa do veículo não foi identificada. Os suspeitos, apontados como integrantes de uma facção criminosa que atua em Itaberaba, foram identificados como Valter de Medeiros Silva, conhecido como “Pengue”, e Antônio Guilherme Oliveira Souza.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra parte das agressões. Nas imagens, é possível ouvir Antônio Guilherme questionando se Mateus “fechava com a polícia”, enquanto ele e “Pengue” pisoteavam a cabeça da vítima.
O caso foi comunicado à 12ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), responsável pela investigação. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a perícia e a remoção do corpo. A Polícia Civil trabalha para identificar a motivação do crime e localizar os autores, que seguem foragidos.
Um vídeo divulgado nas redes sociais mostra um policial militar agredindo um homem no Parque do Povo, em Campina Grande. A ação teria sido registrada na noite deste sábado (6). Após a divulgação do vídeo, o agente de segurança foi afastado do cargo.
A informação do afastamento foi confirmada pela Polícia Militar em nota. A corporação informou também que abriu um procedimento para apurar as circunstâncias da ação.
No vídeo, é possível ver o momento em que um policial se aproxima do homem e o atinge com vários socos no rosto. O homem cai e é levantado com ajuda de outras pessoas que presenciaram a ação.
As identificações do policial e do homem agredido não foram divulgadas.
Policiais que deveriam combater o tráfico negociavam drogas com facções criminosas, desviavam apreensões da delegacia e orientavam criminosos a escapar da Justiça, mostram gravações obtidas com exclusividade pelo Fantástico.
Vídeos e áudios mostram conversas em que os policiais tratam o comércio ilegal como uma atividade empresarial. O esquema levou à prisão de um delegado e dois investigadores da Polícia Civil da Paraíba na última terça-feira (2).
Uma das gravações mais recentes mostra o investigador Everton Aires, conhecido como Bomba, resumindo a lógica que guiava o grupo. "É jogo, meu filho, é jogo. Isso é negócio, isso não é pessoal, é negócio".
Em outro registro, ele compara o tráfico a um negócio comum. "É o mesmo que você estar vendendo qualquer outra coisa. Só que, em vez de você estar vendendo relógio, você está vendendo droga".
A investigação apontou que, nos últimos cinco anos, Bomba recebeu mais de R$ 4 milhões em suas contas, valor incompatível com seu salário de cerca de R$ 8.500. A quantia teria sido obtida com a revenda de cocaína, crack e skunk apreendidos em operações policiais.
"Eu trago tanto hormônio como suplemento desde 2007. Os 'anabols' [anabolizantes] deixam para mim mais do que o meu salário do Estado. A polícia paga uma merreca", afirmou Bomba em um dos áudios.
As declarações contrastam com o discurso que o investigador mantinha publicamente. "A gente tem que agir dentro da legalidade porque a gente não é milícia", disse o investigador em um podcast.
Ele também afirmou que policiais conhecem em detalhes a rotina dos criminosos. "A gente conhece os vagabundos, a mãe dos vagabundos, o irmão do vagabundo, a avó do vagabundo, onde ele morava, onde ele mora, conhece tudo".
Mas o Ministério Público e a Polícia Civil afirmam que Bomba conhecia os bandidos de outra forma: como chefe de uma quadrilha que mantinha negócios com traficantes. "O cara que mais vende aqui sou eu. Se for para me sustentar só com o salário da polícia, não dá, não", disse Bomba em um áudio.
Outro áudio mostra Bomba mencionando um contato para vender drogas para a facção criminosa Comando Vermelho.
Quadrilha protegia foragidos, diz investigação
Everton Aires, o Bomba, não é o único investigado. Outros suspeitos são o investigador Eduardo Jorge, o Mão Branca, que chegou a ser homenageado na Assembleia Legislativa da Paraíba pelos "serviços prestados", e o delegado Braz Morroni, o Braz.
A investigação começou em maio de 2025, após um traficante acusar policiais civis de roubarem uma carga de drogas. A Polícia Civil concluiu que os entorpecentes retirados dos criminosos não eram encaminhados na totalidade para procedimentos legais, mas revendidos a outros traficantes.
Os três policiais negociavam com ao menos quatro criminosos e protegiam foragidos ao avisá-los de operações com antecedência.
Entre os beneficiados, estaria José Alexandrino Júnior Lira, conhecido como Júnior Lira e investigado por participação em ataques do chamado Novo Cangaço contra bancos e carros-fortes no Nordeste.
Em uma gravação, Lira afirma que contava com o apoio de um policial para vender entorpecentes. Em outra conversa, relata que recebeu oferta de ajuda para expandir as vendas até Mossoró (RN).
"O fato de serem agentes do Estado dá àquelas pessoas um poder de quem está ali, ciente, acreditando realmente que está blindado. É algo muito grave e que precisa ser combatido com toda força", disse o procurador-geral da Paraíba.
A operação realizada na terça pelo Gaeco e pela Polícia Civil prendeu nove pessoas, incluindo Bomba, Mão Branca e Braz. As defesas negam irregularidades.
O advogado de Bomba afirmou que o devido processo legal se instaurou e que o policial não aceita as acusações.
O advogado de Mão Branca disse que não é crível que policiais possam estar negociando drogas abertamente e que podemos estar diante de um processo de assassinato de reputação.
O advogado de Braz sustenta que não há nada que exponha a participação consciente do delegado nos fatos investigados.
Júnior Lira, suspeito de integrar o Novo Cangaço, também foi preso. Sua defesa disse que a "inocência será demonstrada" e que ele é "alvo de uma perseguição policial".
Moradores da Comunidade Paulo Afonso, na região de Jaguaribe, em João Pessoa, realizam um protesto na manhã desta sexta-feira (9) pedindo justiça após a morte de um jovem, de 22 anos, durante uma operação policial na localidade.
A população bloqueou a via queimando objetos. O Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer a mediação de um acordo com a comunidade para apagar as chamas.
Segundo o TC Bruno, dois homens foram presos por “depredação e violência na manifestação”.
De acordo com a Polícia Militar, o jovem estava segurando uma sacola quando foi abordado pelos policiais e reagiu. Segundo a PM, o rapaz estava com uma arma e atirou contra os policiais, que reagiram e acabaram baleado o homem.
O jovem atingido foi socorrido pela viatura para o Hospital de Emergência e Trauma, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu.
A prisão de Ariadna Thalia Cordeiro Barbosa, apontada pela Polícia Federal como chefe de núcleo do Comando Vermelho na Paraíba, escancarou um cenário perturbador em Cabedelo. A Polícia Federal considera Ariadna uma peça-chave da engrenagem financeira da facção, responsável por lavagem de dinheiro e articulações logísticas. Ela foi capturada no próprio município após um período foragida, segundo informações confirmadas pela Polícia Federal e divulgadas pela imprensa nacional. O caso ganhou contornos ainda mais graves quando vieram à tona informações de que seu nome aparece associado a vínculos contratuais indiretos com a Prefeitura de Cabedelo, conforme registros e investigações já incorporados a procedimentos judiciais e eleitorais oriundos da Operação En Passant, que levou à cassação do prefeito André Coutinho.
De acordo com as investigações, Ariadna exercia função estratégica dentro da organização criminosa, atuando no controle financeiro e na sustentação operacional do grupo. Após fugir para áreas dominadas pelo Comando Vermelho no Rio de Janeiro, ela retornou à Paraíba e foi localizada em Cabedelo, cidade que já vinha sendo descrita em decisões judiciais como território sensível à influência do crime organizado. Relatórios policiais e ações eleitorais apontam que facções impunham medo, controlavam comunidades e restringiam a atuação de adversários políticos durante o período eleitoral.
O elo entre uma liderança do Comando Vermelho e estruturas ligadas à administração municipal transforma a prisão em um divisor de águas para a crise institucional vivida por Cabedelo. A presença de uma figura central do crime organizado orbitando a máquina pública levanta questionamentos inevitáveis sobre falhas de controle, responsabilidade administrativa e permissividade política. O episódio reforça a tese de que, em Cabedelo, o crime não apenas circulou nas periferias, mas encontrou brechas para se aproximar do poder formal.
A prisão de Ariadna não é apenas um fato policial, mas um retrato do poder paralelo que avançou sobre o Cabedelo, expondo uma das faces mais sombrias da relação entre política, administração pública e crime organizado.
Um homem foi encontrado morto em um carro, com um tiro na cabeça, próximo de um posto de combustíveis em Agrestina, no Agreste de Pernambuco, na tarde deste sábado (11). De acordo com a Polícia Civil, ele é o principal suspeito de assassinar a ex-companheira, identificada como Emiliane Veríssimo, que trabalhava como frentista no local.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que Emiliane é surpreendida por disparos enquanto atendia um cliente. O suspeito chega em um carro, atira diversas vezes e, mesmo com a vítima caída no chão, desce do veículo para efetuar novos disparos.
Após o crime, o homem fugiu do posto e foi localizado sem vida momentos depois.
Equipes da Polícia Civil foram acionadas e instauraram inquérito para apurar as circunstâncias e a motivação do caso, investigado como feminicídio.
“Cabedelo está hoje nas mãos do tráfico, infiltrado nos próprios órgãos públicos.”
A declaração não foi feita ao acaso. Ela se baseia nas investigações que deram origem à Operação En Passant, responsável pela cassação do então prefeito André Coutinho, acusado de envolvimento com organizações criminosas durante sua gestão.
Crise institucional em expansão
A gravidade da situação aumentou. O Ministério Público Federal (MPF) denunciou recentemente André Coutinho, já afastado do cargo, juntamente com outros agentes políticos e integrantes de facções criminosas. As acusações incluem aliciamento violento de eleitores, corrupção eleitoral, organização criminosa e peculato. Segundo o MPF, o grupo operava de maneira organizada para controlar a administração municipal, utilizando métodos como violência, coação e compra de votos. Há indícios de que pessoas ligadas a facções chegaram a ocupar cargos públicos, o que reforça a suspeita de que o governo municipal funcionava como extensão de uma estrutura criminosa.
Infiltração na máquina pública
As investigações apontam que o problema em Cabedelo vai muito além da segurança pública. O tráfico de drogas teria se infiltrado nas engrenagens da gestão municipal, corrompendo instituições e transformando cargos e contratos em moeda política. A denúncia do MPF confirma os alertas feitos pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado): o crime não estaria apenas às margens do poder — ele estaria instalado no centro da administração pública.
Resposta do Estado e avanço das investigações
Com a cassação do prefeito, o bloqueio de bens e a deflagração de dezenas de mandados judiciais, as autoridades deixam claro que o Estado está reagindo. O cerco se fecha em torno das práticas ilegais que colocam a legalidade e a autonomia do município em risco. Para o coordenador do GAECO, se nenhuma mudança estrutural ocorrer, Cabedelo corre o risco de perder o controle sobre o próprio destino institucional.
Hora de decidir o futuro
Cabedelo enfrenta um momento decisivo. O município pode escolher romper de forma definitiva com a influência do crime nas estruturas públicas ou continuar sendo exemplo de como a corrupção pode abrir caminho para o avanço de facções criminosas dentro do poder. O curso das próximas etapas da investigação revelará se a cidade conseguirá restaurar sua credibilidade e recuperar o controle sobre suas instituições democráticas.
Um homem armado assaltou uma farmácia no bairro de Tibiri, em Santa Rita, e levou dinheiro e pertences das funcionárias do estabelecimento. A ação ocorreu na noite dessa quarta-feira (25).
O momento do crime foi captado por uma câmera de segurança instalada no local. É possível ouvir o suspeito ameaçando três mulheres que estavam no balcão da farmácia.
O criminoso exigiu o dinheiro que estava nas caixas registradoras, celulares e pertences das funcionárias da farmácia.
“Tá demorando demais. Tem que ser ligeiro. Vou dar um tiro nessa m…”, disse o homem.
Até o momento da publicação desta matéria, a polícia ainda estava procurando o suspeito do assalto – o trabalho de identificação foi dificultado pelo fato do homem estar de capacete e balaclava no momento do crime.
Uma estudante de 14 anos foi morta na manhã desta quinta-feira (8) no Colégio Livre Aprender, no Bairro Universitário, em Uberaba. De acordo com as primeiras informações fornecidas pela escola particular, outro aluno do 9° ano, atacou a adolescente com um golpe de tesoura.
Um professor do colégio, acadêmico do 10° período de Medicina, prestou os primeiros socorros até a chegada do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A equipe de resgate tentou reanimar a vítima, que não resistiu e teve a morte confirmada ainda no local.
O corpo foi levado para o Posto Médico-Legal para exames.
O aluno fugiu da instituição após o crime e foi encontrado no fim da tarde desta quinta-feira. Ele foi apreendido pela Polícia Militar (PM) e, após o registro do Boletim de Ocorrência (BO), será apresentado à Polícia Civil para as providências legais.
Segundo a Polícia Civil, eles estiveram no local do crime para a realização dos primeiros levantamentos e coletas de vestígios. As investigações seguem em andamento e outras informações serão divulgadas posteriormente.
Em nota, o Colégio Livre Aprender afirmou que a Polícia Civil e Polícia Militar permanecem no prédio. As aulas e as atividades foram suspensas por tempo indeterminado.
O Colégio afirmou, ainda, que prestará assistência psicológica para a comunidade escolar.
A Prefeitura de Uberaba também publicou nota lamentando o crime e decretando luto oficial de três dias. A prefeita Elisa Araújo afirmou que "Uberaba vive um dia de imensa tristeza" e reforçou o "compromisso em ampliar as ações de cuidado emocional, convivência escolar e cultura de paz".
Um jovem identificado como Danilo Santos Cruz Oliveira, de 22 anos, foi assassinado a tiros na madrugada desta segunda-feira (3), no bairro de Sete de Abril, em Salvador, na Bahia. A família da vítima acredita que ele foi confundido pelos criminosos.
De acordo com informações dos familiares, Danilo, era estudante e trabalhava como atendente na farmácia do pai. O jovem decidiu sair com o irmão para tomar um açaí após trabalhar até 23h30 de domingo (2). Ele foi morto enquanto voltava para casa.
“A gente foi surpreendido por uma chuva e se abrigou em um toldo, na Quadra B. Foram milhares de tiros, sinceramente, inexplicável. O cara veio, por trás, atirando, sem falar nada”, contou o irmão de Danilo, que preferiu não revelar a identidade.
“Meu irmão ficou na minha frente, foi um herói. Eu pulei em um ‘vãozinho’ e consegui me salvar. Fica muito difícil, porque quando vi ele gelado, estirado no chão e sem parar de sangrar, foi imensurável”.
Os familiares acreditam que Danilo foi confundido, porque ele não tinha envolvimento com a criminalidade. O autor do crime não levou objetos dele.
A morte do jovem é investigada pelo Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Ainda não há informações sobre a autoria e motivação do crime.
O corpo de Danilo foi enterrado ainda na segunda-feira, no Cemitério Bosque da Paz, na capital baiana.
Na madrugada do último sábado (01), um homem identificado como Daniel Martínez Pasten, de 34 anos, foi morto a tiros no momento em que tentava assaltar uma loja de conveniência.
O caso ocorreu na colônia Valle de Luces, no México, e está repercutindo na internet. Era por volta das 00h14 quando Daniel, com a ajuda de um outro homem, quebrou o vidro da porta do estabelecimento e tentou entrar para roubar. Neste momento, ele foi alvejado pelo segurança da loja, identificado como policial B.M.P.
Após atingir Daniel, o policial ainda chegou a acionar apoio médico mas o indivíduo não resistiu aos ferimentos e foi dado como morto ainda no local. O caso está sendo investigado para maiores informações. Veja vídeo:
Na madrugada desta segunda-feira (27), um homem identificado como Cleuton Brasil Viana, de 41 anos, foi morto a facadas na frente da própria casa, localizada no bairro Japiim, zona Sul de Manaus.
Informações preliminares dão conta de que o homem foi atingido por pelo menos oito facadas pelas costas, enquanto estava na rua 10. A irmã da vítima, Greisiany Brasil Viana, de 42 anos, conta ter ouvido os gritos de Cleuton, por volta de 00h10.
Ela correu para ver o que estava acontecendo, momento em que encontrou o irmão estirado no chão, em meio a uma poça de sangue. O homem morreu na hora, sem ter tempo de ser socorrido, e o assassino fugiu do local sem ser identificado.
Até o momento, não informações acerca das motivações do crime. Imagens divulgadas mostram um rastro de sangue na rua, sugerindo que Cleuton teria sido arrastado pelo assassino por alguns metros.
Um homem foi morto a tiros na madrugada desta sexta-feira (17) no Recanto do poço, em Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa. A vítima estaria com amigos quando foi surpreendida pelos criminosos.
De acordo com informações repassadas à Polícia Civil, um grupo de pessoas armadas invadiu a casa onde a vítima estava e atiraram contra ela diversas vezes. A residência serve como alojamento para trabalhadores da construção civil.
Edivan Alexandre, de 27 anos, era auxiliar de pedreiro e foi morto com vários tiros. Ainda segundo a polícia, ele era morador de Bayeux e trabalhava em uma obra em Cabedelo.
Nenhum objeto foi roubado no local pelos criminosos e nenhuma outra pessoa que estava na casa foi baleada. Agora, a Polícia Civil deve investigar as motivações e os responsáveis pelo crime.
Novos detalhes foram divulgados sobre o brutal assassinato de um travesti, encontrado morto nos fundos de uma churrascaria na Avenida Margarita, bairro Monte das Oliveiras, zona Norte de Manaus. Itens espalhados na cena do crime reforçam a suspeita de que a vítima, ainda não identificada, poderia estar mantendo relações sexuais com o assassino antes de ser estrangulada até a morte.
No local, a polícia encontrou várias embalagens de camisinha descartadas, além de itens pessoais que estavam dentro de uma bolsa rosa, pertencente à vítima. O posicionamento e a disposição dos objetos levantaram hipóteses preliminares de que o crime poderia ter sido motivado por uma discussão ou desentendimento durante o encontro.
A perícia do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC) confirmou que o travesti foi estrangulado com as mãos, deixando marcas profundas no pescoço. Os indícios no local sugerem que houve uma interação entre a vítima e o suspeito momentos antes do crime. Essa linha está sendo analisada cuidadosamente pelas autoridades.
O Instituto Médico Legal (IML) realizou a remoção do corpo, e a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) segue investigando o caso. Apesar das evidências, nenhuma hipótese está descartada, incluindo crime de ódio, motivação passional ou uma possível tentativa de roubo seguida de assassinato contra o travesti.
A polícia reforça o pedido para que qualquer pessoa com informações sobre o crime ou sobre a identidade da vítima entre em contato com o disque-denúncia, pelo número 181.
Durante a madrugada deste domingo (17), um homem foi preso após exibir armamento pesado durante uma festa de rua no bairro Compensa, zona Oeste de Manaus. A prisão foi efetuada após o Comando de Policiamento de Área (CPA Oeste) receber a denúncia de comportamento suspeito e consumo excessível de álcool entre a aglomeração formada por homens, mulheres e mpusica alta no meio da rua.
Vídeos divulgados nas redes sociais mostram o momento em que um homem, armado com um fuzil, é preso pela equipe policial. A ação rápida dos policiais foi motivada pela presença do armamento de guerra, que deixava os moradores da região em risco iminente.
VEJA
Conforme é possível ver nas imagens, houve resistêndias dos participantes da festa durante a prisão do homem armado. Alterados e sob o efeito do álcool, alguns dos envolvidos alegarem serem “trablhadores” e que estavam apenas se divertindo.
Após a prisão do homem, o CPA Oeste ressaltou a importância de ações de fiscalização como a realizada no local, visando garantir a tranquilidade dos bairros na zona Oeste da capital amazonense.